quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
"Acredito que o futuro nunca está escrito. Acredito que o que é verdade hoje pode ser mentira amanhã. Acredito que quando iniciamos uma viagem nunca sabemos onde chegaremos nem como vai acabar. Que o que vivemos hoje, aqui e agora, é que conta, e que o que recusamos viver em nome de um futuro incerto que desconhecemos nos vai trazer mais arrependimento do que se o vivermos. Não acredito em promessas para a vida, em relações perfeitas, no mito dos contos de fadas que apregoa a máxima ‘felizes para sempre’. Prefiro pensar que serei feliz enquanto conseguir amar incondicionalmente, enquanto os abraços dos que amo nunca terminarem.
Tocar a eternidade é tocar os momentos perfeitos que vivemos, agarrá-los com ganas e vivê-los sem medo e com liberdade, sem pensar no depois, sem equacionar se estamos certos ou errados, se o que sentimos é verdade ou mentira.
Verdade é o que se sente e o resto não passa de um conjunto de cogitações cartesianas inventadas para nos complicar a existência. Um amor pleno está acima de qualquer cogitação, está acima de nós e é por isso mesmo que vale e pena vivê-lo."sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Dias assim
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
O que queres ser quando fores grande?

terça-feira, 24 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Odeio
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Eu e o S.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
let it snow
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
longe
A mim basta-me o mundo, nada menos. Contradigo-me? Talvez mas para mim faz sentido.
Hoje eu fugia, assim mesmo.

Vamos?
Hoje caí e esmurrei os joelhos. E soube mesmo mesmo bem!
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Haloween
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
as cartas que te escrevo
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Catarina

domingo, 18 de outubro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
E mal tu sabes que todos os dias engulo um "amo-te" , um "para sempre" e as palavras afogam-se no meu peito, a medo. E mal tu sabes que todas as noites te sonho, todas as noites te beijo em segredo e que dou por mim a olhar pra ti enquanto dormes. Mal tu sabes que contigo era capaz de correr o mundo inteiro, ao teu lado. Mal tu sabes que odeio fingir que somos meros amigos que dormem e fazem amor como ninguém, e que todas as noites desespero por aquele momento em que vou adormecer no teu peito, como tu sabes, e dizer-te um..
"Gosto de ti."
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
aquele tempo

domingo, 16 de agosto de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Chegadas
quarta-feira, 8 de julho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009

Uma esplanada. Um café com duas pedras de gelo. Um mergulho no mar, pés na areia. Vestidos, havaianas, sandálias. Gelados de chocolate e encontros no café do costume. Óculos de sol, sempre. Aquele cheiro, o do verao. As saídas á noite. Uns shots de tequilla, cerveja e olhar para o céu deitada no chao. Gargalhadas. Gritar no meio da rua. Portugues suave. Nao fazer planos.
Era disto que eu precisava.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
Elas

Dizem que são irmãs. Cada uma saiu de barrigas diferentes e um dia encontraram-se a caminho, por acaso. Como quem não quer a coisa, sem sequer dar por isso. Dizem que foi no momento certo, na hora certa, no local ideal - fora de tudo, numa bolha de oxigénio - por mero acaso.
Com elas, eu baixei a guarda, e rendi-me. Sem elas, eu não sei ser, sequer.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Let's take a walk
O meu coração tremeu, tremeu daquela maneira que tu sabes, aquela quando os meus olhos fixam o nada e não sei o que fazer das mãos. Fico com falta de ar, inspiro, expiro e parece que a divisão onde me encontro me roça o nariz e a pontinha dos cabelos, nem me espreguiçar consigo.
Vieste buscar-me, e a uma distância de poucos metros nem me avistaste – maldita miopia a tua – e sorriste, de cabelo desgrenhado como só tu sabes usar e queixo erguido naquele teu ar que eu odeio, ao qual eu não resisto nem nunca irei resistir.
É incrível como toda a minha convicção ficou ali, como nem o cigarro na minha boca me conseguiu dar aquela confiança de que tanto precisava. Eu, que queria esbofetear-te, dar-te pontapés às escuras, que queria arrancar alguma parte do teu corpo, fiquei ali a olhar-te, a perscrutar-te ao teu último pormenor, a procurar-te em silêncio – fazia semanas que não te via, não te ouvia, nem te sentia – a devorar-te por inteiro e num combate desesperado dentro de mim, contra mim, só contra mim, de mim para mim.
Puxaste-me, tocaste-me e beijaste-me e eu fiquei ali paralisada, de sorriso parvo estampado na minha cara de parva, a querer agredir-te e pegar na ponta do meu cigarro e queimar-te. Como sempre pediste para não fumar e como sempre eu fumei mesmo em frente aos teus lábios, e provoquei. É incrível como parecemos animais sempre que estamos juntos. Apodera-se de mim aquela ânsia de me vingar, de fingir que te amo violentamente, como se algum dia me fosse apaixonar por ti, de te magoar de amor.
Caminhaste ao meu lado e de soslaio ias observando cada atitude minha. Tu sabes, sabes bem quando me enervo, sabes que ponho as mãos à boca e mexo na mala, que depois procuro o isqueiro e acendo o cigarro, no canto direito da minha boca. E eu sei que me desprezas, sei que não me queres para nada, que apenas precisas de mim para te sentires amado, que queres uma queca ao som da tua música – sempre a tua música – queres dizer-me ao ouvido coisas obscenas e dares-me e dares-te prazer e no dia seguinte acordares ao meu lado e levares-me à porta da rua com um sorriso e um abraço grátis. E eu todas as vezes prometo por tudo que não haverá próxima mas da próxima vez, voltamos a encarnar animais e tu levas-me à dispensa, ao quarto de hóspedes, à varanda e fazes-me querer matar-te novamente, e eu enquanto grito de prazer penso em planos maquiavélicos para um crime perfeito. Mal eu sei que o teu crime já é perfeito e que dois crimes perfeitos acarretam uma probabilidade mínima e tu, tu menino mau, és perito nisso.
Foi mais uma conversa banal, em que balbuciei um terço do discurso que tinha preparado entre orações e cigarros, em que tu me sorriste, disseste duas ou três palavras e os problemas se evaporaram. Foi mais uma meia hora em que eu me senti feliz, em que eu esqueci que não passas de um cabrão que me ganha sorriso a sorriso e que me deixas o resto do dia a ressacar sobre o assunto – tu, obviamente – e a pensar num outro plano, aquele plano em que tu desapareces.
E queres saber de uma coisa?
Eu não gosto de ti, nada mesmo.










